7-TEORIZAR E PRATICAR
Nós alunos do curso de Turismo, aprendemos bem a teoria dentro de sala de aula e somos a todo momento instigados a ir além, fazendo leituras e pesquisas mais profundas sobre o conteúdo que nos é dado, nos preparando para elaboração consciente e sábia de projetos, mas a prática torna-se necessária, porque nos coloca defronte a realidade da teoria, onde a própria passa do conhecimento para o exercício e ação dela mesma.
sábado, 17 de maio de 2008
6- OBTER E PRODUZIR INFORMAÇÃO
Hoje com a ajuda da própria intenet somos capazes de obter uma quantidade enorme de informações. É essencial ao passarmos uma informação adiante estarmos atualizados quanto ao seu conteudo e sua veracidade, além é claro, de termos domínio sobre aquele conhecimento. Ao entendermos do que se trata, somos capazes a partir daí reconstruir, com nossas próprias palavras e visão do que entendemos sobre ela, nossa própria informação, e passa-la adiante de forma que o outro entenda do que se trata, sem que perca seu sentido e conteudo.
Hoje com a ajuda da própria intenet somos capazes de obter uma quantidade enorme de informações. É essencial ao passarmos uma informação adiante estarmos atualizados quanto ao seu conteudo e sua veracidade, além é claro, de termos domínio sobre aquele conhecimento. Ao entendermos do que se trata, somos capazes a partir daí reconstruir, com nossas próprias palavras e visão do que entendemos sobre ela, nossa própria informação, e passa-la adiante de forma que o outro entenda do que se trata, sem que perca seu sentido e conteudo.
2-PESQUISAR E ELABORAR
O aluno na condição de estudante deve se apoiar na pesquisa com intuito de sobresair-se, seja no mundo acadêmico, profissional ou mesmo pessoal, de forma a sentir-se capacitado para fazer análises a partir de seu próprio ponto de vista, enquanto elaborador próprio daquelas idéias. Para isso é necessario dedicação à pesquisa, aos esudos. É quando destrinchamos algo que nos propomos a pesquisar, que somos capazes de enxergar seu verdadeiro sentido.
Torna-se essencial seu questionamento para sua reconstrução, tornando a aprendizagem verdadeira (o andar com as proprias pernas), e não mera cópia do que já foi colocado.
5- QUESTÕES DE BASE EMPÍRICA
Ao nos depararmos com o texto onde existe muitos conceitos técnicos, precisamos primeiro entender do que se trata, antes de fazermos qualquer análise e para isso a pesquisa, de novo, torna-se fundamental, onde nos apronfundamos no tema para além daquela leitura apenas superficial, porque sem conhecê-lo não podemos dar o primeiro passo que é o questionamento do seu conteudo.
O aluno na condição de estudante deve se apoiar na pesquisa com intuito de sobresair-se, seja no mundo acadêmico, profissional ou mesmo pessoal, de forma a sentir-se capacitado para fazer análises a partir de seu próprio ponto de vista, enquanto elaborador próprio daquelas idéias. Para isso é necessario dedicação à pesquisa, aos esudos. É quando destrinchamos algo que nos propomos a pesquisar, que somos capazes de enxergar seu verdadeiro sentido.
Torna-se essencial seu questionamento para sua reconstrução, tornando a aprendizagem verdadeira (o andar com as proprias pernas), e não mera cópia do que já foi colocado.
5- QUESTÕES DE BASE EMPÍRICA
Ao nos depararmos com o texto onde existe muitos conceitos técnicos, precisamos primeiro entender do que se trata, antes de fazermos qualquer análise e para isso a pesquisa, de novo, torna-se fundamental, onde nos apronfundamos no tema para além daquela leitura apenas superficial, porque sem conhecê-lo não podemos dar o primeiro passo que é o questionamento do seu conteudo.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Argumentar e contra-argumentar
A boa argumentação é a que abre possibilidades para a contra argumentação e não aquela,que se pode, a primeira vista imaginar que fecha a possibilidade para o contraditório.A capacidade de argumentar e de comparar as argumentações mostra alguns critérios do ponto de vista metodológico nos seguintes itens: discurso lógico(começo,meio e fim),sistemáticamente desenvolvido,destribuído de contradições de tal modo que uma idéia segue a outra; tratamento aprofundado das idéias para ir alem das discurções; busca ostensiva em fundamentar o que se diz; preocupação com a estruturação do trabalho e originalidade.
Trabalho Científico
Este capítulo discute as implicações,os cuidados que se deve estar atento ao se escolher um tema,este destinto de uma temática,algo mais amplo.Os alunos iniciantes devem se preocupar com temas mais viáveis e hipóteses,que orientam o percurso a ser trilhado.Recomenda-se que tema e hipótese sejam elaborados por escrito para que o professor tenha clareza e saiba avaliar a viabilidade do projeto.Assim teremos um trabalho científico se a realidade do trabalho fecha a hipótese.
MEIOS CIBERNÉTICOS
No mundo do conhecimento, a teleducação comparecerá provavelmente em todos os espaços educacionais, para melhor e para pior. O uso de didática tecnológica em uma sala de aula, sevem somente para acrescentar informações e não para virar conhecimento. Seve para acrescentar um dado, que vai ser armazenado sem uma interpretação e mais tarde será esquecido e envelhecido. Assim sendo esses efeitos, enfeitam as aulas, mas não conseguem alcançar o aprendizado. Fazendo assim mais do que preciso uma humanização, através da ocupação do homem, no mundo cibernético.
No mundo do conhecimento, a teleducação comparecerá provavelmente em todos os espaços educacionais, para melhor e para pior. O uso de didática tecnológica em uma sala de aula, sevem somente para acrescentar informações e não para virar conhecimento. Seve para acrescentar um dado, que vai ser armazenado sem uma interpretação e mais tarde será esquecido e envelhecido. Assim sendo esses efeitos, enfeitam as aulas, mas não conseguem alcançar o aprendizado. Fazendo assim mais do que preciso uma humanização, através da ocupação do homem, no mundo cibernético.
Desculpa galera desconsidere o resumo de baixo... considere esse que é postado agora.. Renato Mariano Santiago
APRENDER
Apesar de todos os progressos teóricos e metodológicos no campo da aprendizagem, somos presos ainda em um padrão de ensino muito ultrapassado, onde cabe ao professor ensinar e o aluno aprender. Existe sim uma diferença social entre eles, mas nunca devemos esquecer que o "professor e aluno" estão no mesmo "barco", mais só que o professor já tem um certo tempo de casa e um reconhecimento maior do que do aluno que acaba de chegar e esta começando a caminhada em busca de credenciamento.
Nem sempre a melhor maneira de se aprender é escutar aula, mas pesquisar e elaborar com mão própria, sob orientação do professor. No caso de alunos que estudam de noite, que chegam já chegam cansados, eles aproveitam muito melhor seu tempo se não permanecerem receptivos. a maior parte do seu tempo teria de ser utilizada para atividades reconstrutivas, sob a orientação do seu professor, atividades que autônoma.
É interessante notar que as tentativas mais comuns de "inovar" a didática em sala de aula é não mexer no formato instrucional. Alguns professores acham que ler é a forma mais produtiva de aprender, outros acham que o uso de material eletrônico é a maneira mais eficaz de ensinamento, outros acham que a atividade em grupo é a forma mais fácil de aprendizado achando que algum poder mágico como o "coletivo" exerce algum tipo de influência no aprendizado.
Estudar significa dedicar-se a atividade sistemática de estilo reconstrutivo, com base em idéias próprias. Não é absorver conhecimento dos outros muito menos "colar". Estudar para prova é o que há de menos importante para a aula. Ao mesmo tempo estudar implica outra forma de "ler"
trata-se de "contra-ler", no sentido de você saber questionar as idéias centrais do texto, interpretar com suas próprias idéias, más sem deixar de compreender o contexto e suas bases teóricas.
Em uma leitura é possível observar a teoria do aprendizado baseadas em padrões. Não guardamos no fim de uma leitura, todo o conteúdo de um livro na cabeça, podemos fazer esse teste com nós mesmos, tente escrever algo sobre algum livro depois de ler, muitas vezes não somos capazes de dizer nada de pertinente é que não "lemos" de verdade. Será necessário reler com outros olhos: tomando nota, riscando, reclamando, aplaudindo, reconstruindo. Com isso podemos tirar uma idéia que não adianta o professor ler pelo o aluno, porque o professor já reduziu o nível do autor. Se o aluno ficar com a redução do professor, terá pra si acesso duas vezes reduzido. É importante o aluno passar por dentro do autor, desconstruindo sua argumentação e logo reconstruindo com suas palavras. Quem não sabe estudar, não sabe ler e terá que recorrer à decoreba e à cola.
O trabalho em grupo é fundamental, pedagógicamente falando, mas, para ser efetivo, precisa ser acompanhado dos passos imprescindíveis para a devida aprendizagem.
Ainda temos uma idéia que nós aprendemos mais se tivermos mais aulas.
Entendemos que pesquisa é uma tarefa elitísta reservada a peritos mais avançados e que tendem a dedicar-se a ela com exclusividade. No entanto quando aparece o surgimento de programas de bolsas para estudantes que pesquisam, comparece contradição notável. Na prática já sabemos que o aluno que aprende a pesquisar, aprende a aprender,e pode ter uma garantia de reconhecimento na sociedade futuramente; os outros ficarão esperando que a oportunidade que eles mesmos não souberam criar. Ainda hoje é comum que algumas universidades considerem que pesquisa é atividade de gente especial, enquanto deveria ser a atividade maus comum de todos. O programa de bolsas para alunos pesquisarem, escancara esta contradição: é preciso pagar para o aluno pesquisar, porque o normal é assistir aulas.
O mercado reconhece a necessidade de todo trabalhador continuar estudando, certamente não com base na cidadania, mas na competitividade.
Para professores este mandato se tornará fatal, porque no fundo exercem a função de aprender. No fim o aluno só aprende bem, se tiver professor que também aprende bém.
Cabe a nós profissionais ter a consciência que o conteúdo envelhece, que nós temos que saber inovar e renovar a profissão.
APRENDER
Apesar de todos os progressos teóricos e metodológicos no campo da aprendizagem, somos presos ainda em um padrão de ensino muito ultrapassado, onde cabe ao professor ensinar e o aluno aprender. Existe sim uma diferença social entre eles, mas nunca devemos esquecer que o "professor e aluno" estão no mesmo "barco", mais só que o professor já tem um certo tempo de casa e um reconhecimento maior do que do aluno que acaba de chegar e esta começando a caminhada em busca de credenciamento.
Nem sempre a melhor maneira de se aprender é escutar aula, mas pesquisar e elaborar com mão própria, sob orientação do professor. No caso de alunos que estudam de noite, que chegam já chegam cansados, eles aproveitam muito melhor seu tempo se não permanecerem receptivos. a maior parte do seu tempo teria de ser utilizada para atividades reconstrutivas, sob a orientação do seu professor, atividades que autônoma.
É interessante notar que as tentativas mais comuns de "inovar" a didática em sala de aula é não mexer no formato instrucional. Alguns professores acham que ler é a forma mais produtiva de aprender, outros acham que o uso de material eletrônico é a maneira mais eficaz de ensinamento, outros acham que a atividade em grupo é a forma mais fácil de aprendizado achando que algum poder mágico como o "coletivo" exerce algum tipo de influência no aprendizado.
Estudar significa dedicar-se a atividade sistemática de estilo reconstrutivo, com base em idéias próprias. Não é absorver conhecimento dos outros muito menos "colar". Estudar para prova é o que há de menos importante para a aula. Ao mesmo tempo estudar implica outra forma de "ler"
trata-se de "contra-ler", no sentido de você saber questionar as idéias centrais do texto, interpretar com suas próprias idéias, más sem deixar de compreender o contexto e suas bases teóricas.
Em uma leitura é possível observar a teoria do aprendizado baseadas em padrões. Não guardamos no fim de uma leitura, todo o conteúdo de um livro na cabeça, podemos fazer esse teste com nós mesmos, tente escrever algo sobre algum livro depois de ler, muitas vezes não somos capazes de dizer nada de pertinente é que não "lemos" de verdade. Será necessário reler com outros olhos: tomando nota, riscando, reclamando, aplaudindo, reconstruindo. Com isso podemos tirar uma idéia que não adianta o professor ler pelo o aluno, porque o professor já reduziu o nível do autor. Se o aluno ficar com a redução do professor, terá pra si acesso duas vezes reduzido. É importante o aluno passar por dentro do autor, desconstruindo sua argumentação e logo reconstruindo com suas palavras. Quem não sabe estudar, não sabe ler e terá que recorrer à decoreba e à cola.
O trabalho em grupo é fundamental, pedagógicamente falando, mas, para ser efetivo, precisa ser acompanhado dos passos imprescindíveis para a devida aprendizagem.
Ainda temos uma idéia que nós aprendemos mais se tivermos mais aulas.
Entendemos que pesquisa é uma tarefa elitísta reservada a peritos mais avançados e que tendem a dedicar-se a ela com exclusividade. No entanto quando aparece o surgimento de programas de bolsas para estudantes que pesquisam, comparece contradição notável. Na prática já sabemos que o aluno que aprende a pesquisar, aprende a aprender,e pode ter uma garantia de reconhecimento na sociedade futuramente; os outros ficarão esperando que a oportunidade que eles mesmos não souberam criar. Ainda hoje é comum que algumas universidades considerem que pesquisa é atividade de gente especial, enquanto deveria ser a atividade maus comum de todos. O programa de bolsas para alunos pesquisarem, escancara esta contradição: é preciso pagar para o aluno pesquisar, porque o normal é assistir aulas.
O mercado reconhece a necessidade de todo trabalhador continuar estudando, certamente não com base na cidadania, mas na competitividade.
Para professores este mandato se tornará fatal, porque no fundo exercem a função de aprender. No fim o aluno só aprende bem, se tiver professor que também aprende bém.
Cabe a nós profissionais ter a consciência que o conteúdo envelhece, que nós temos que saber inovar e renovar a profissão.
CAPITULO 1
Apesar de todos os progressos teóricos e metodológicos no campo da aprendizagem, somos presos ainda em um padrão de ensino muito ultrapassado, onde cabe ao professor ensinar e o aluno aprender. Existe sim uma diferença social entre eles, mas nunca devemos esquecer que o "professor e aluno" estão no mesmo "barco", mais só que o professor já tem um certo tempo de casa e um reconhecimento maior do que do aluno que acaba de chegar e esta começando a caminhada em busca de credenciamento.
Nem sempre a melhor maneira de se aprender é escutar aula, mas pesquisar e elaborar com mão própria, sob orientação do professor. No caso de alunos que estudam de noite, que chegam já chegam cansados, eles aproveitam muito melhor seu tempo se não permanecerem receptivos. a maior parte do seu tempo teria de ser utilizada para atividades reconstrutivas, sob a orientação do seu professor, atividades que autônoma.
É interessante notar que as tentativas mais comuns de "inovar" a didática em sala de aula é não mexer no formato instrucional. Alguns professores acham que ler é a forma mais produtiva de aprender, outros acham que o uso de material eletrônico é a maneira mais eficaz de ensinamento, outros acham que a atividade em grupo é a forma mais fácil de aprendizado achando que algum poder mágico como o "coletivo" exerce algum tipo de influência no aprendizado.
Estudar significa dedicar-se a atividade sistemática de estilo reconstrutivo, com base em idéias próprias. Não é absorver conhecimento dos outros muito menos "colar". Estudar para prova é o que há de menos importante para a aula. Ao mesmo tempo estudar implica outra forma de "ler"
trata-se de "contra-ler", no sentido de você saber questionar as idéias centrais do texto, interpretar com suas próprias idéias, más sem deixar de compreender o contexto e suas bases teóricas.
Em uma leitura é possível observar a teoria do aprendizado baseadas em padrões. Não guardamos no fim de uma leitura, todo o conteúdo de um livro na cabeça, podemos fazer esse teste com nós mesmos, tente escrever algo sobre algum livro depois de ler, muitas vezes não somos capazes de dizer nada de pertinente é que não "lemos" de verdade. Será necessário reler com outros olhos: tomando nota, riscando, reclamando, aplaudindo, reconstruindo. Com isso podemos tirar uma idéia que não adianta o professor ler pelo o aluno, porque o professor já reduziu o nível do autor. Se o aluno ficar com a redução do professor, terá pra si acesso duas vezes reduzido. É importante o aluno passar por dentro do autor, desconstruindo sua argumentação e logo reconstruindo com suas palavras. Quem não sabe estudar, não sabe ler e terá que recorrer à decoreba e à cola.
O trabalho em grupo é fundamental, pedagógicamente falando, mas, para ser efetivo, precisa ser acompanhado dos passos imprescindíveis para a devida aprendizagem.
Ainda temos uma idéia que nós aprendemos mais se tivermos mais aulas.
Entendemos que pesquisa é uma tarefa elitísta reservada a peritos mais avançados e que tendem a dedicar-se a ela com exclusividade. No entanto quando aparece o surgimento de programas de bolsas para estudantes que pesquisam, comparece contradição notável. Na prática já sabemos que o aluno que aprende a pesquisar, aprende a aprender,e pode ter uma garantia de reconhecimento na sociedade futuramente; os outros ficarão esperando que a oportunidade que eles mesmos não souberam criar. Ainda hoje é comum que algumas universidades considerem que pesquisa é atividade de gente especial, enquanto deveria ser a atividade maus comum de todos. O programa de bolsas para alunos pesquisarem, escancara esta contradição: é preciso pagar para o aluno pesquisar, porque o normal é assistir aulas.
O mercado reconhece a necessidade de todo trabalhador continuar estudando, certamente não com base na cidadania, mas na competitividade.
Para professores este mandato se tornará fatal, porque no fundo exercem a função de aprender. No fim o aluno só aprende bem, se tiver professor que também aprende bém.
Cabe a nós profissionais ter a consciência que o conteúdo envelhece, que nós temos que saber inovar e renovar a profissão.
Apesar de todos os progressos teóricos e metodológicos no campo da aprendizagem, somos presos ainda em um padrão de ensino muito ultrapassado, onde cabe ao professor ensinar e o aluno aprender. Existe sim uma diferença social entre eles, mas nunca devemos esquecer que o "professor e aluno" estão no mesmo "barco", mais só que o professor já tem um certo tempo de casa e um reconhecimento maior do que do aluno que acaba de chegar e esta começando a caminhada em busca de credenciamento.
Nem sempre a melhor maneira de se aprender é escutar aula, mas pesquisar e elaborar com mão própria, sob orientação do professor. No caso de alunos que estudam de noite, que chegam já chegam cansados, eles aproveitam muito melhor seu tempo se não permanecerem receptivos. a maior parte do seu tempo teria de ser utilizada para atividades reconstrutivas, sob a orientação do seu professor, atividades que autônoma.
É interessante notar que as tentativas mais comuns de "inovar" a didática em sala de aula é não mexer no formato instrucional. Alguns professores acham que ler é a forma mais produtiva de aprender, outros acham que o uso de material eletrônico é a maneira mais eficaz de ensinamento, outros acham que a atividade em grupo é a forma mais fácil de aprendizado achando que algum poder mágico como o "coletivo" exerce algum tipo de influência no aprendizado.
Estudar significa dedicar-se a atividade sistemática de estilo reconstrutivo, com base em idéias próprias. Não é absorver conhecimento dos outros muito menos "colar". Estudar para prova é o que há de menos importante para a aula. Ao mesmo tempo estudar implica outra forma de "ler"
trata-se de "contra-ler", no sentido de você saber questionar as idéias centrais do texto, interpretar com suas próprias idéias, más sem deixar de compreender o contexto e suas bases teóricas.
Em uma leitura é possível observar a teoria do aprendizado baseadas em padrões. Não guardamos no fim de uma leitura, todo o conteúdo de um livro na cabeça, podemos fazer esse teste com nós mesmos, tente escrever algo sobre algum livro depois de ler, muitas vezes não somos capazes de dizer nada de pertinente é que não "lemos" de verdade. Será necessário reler com outros olhos: tomando nota, riscando, reclamando, aplaudindo, reconstruindo. Com isso podemos tirar uma idéia que não adianta o professor ler pelo o aluno, porque o professor já reduziu o nível do autor. Se o aluno ficar com a redução do professor, terá pra si acesso duas vezes reduzido. É importante o aluno passar por dentro do autor, desconstruindo sua argumentação e logo reconstruindo com suas palavras. Quem não sabe estudar, não sabe ler e terá que recorrer à decoreba e à cola.
O trabalho em grupo é fundamental, pedagógicamente falando, mas, para ser efetivo, precisa ser acompanhado dos passos imprescindíveis para a devida aprendizagem.
Ainda temos uma idéia que nós aprendemos mais se tivermos mais aulas.
Entendemos que pesquisa é uma tarefa elitísta reservada a peritos mais avançados e que tendem a dedicar-se a ela com exclusividade. No entanto quando aparece o surgimento de programas de bolsas para estudantes que pesquisam, comparece contradição notável. Na prática já sabemos que o aluno que aprende a pesquisar, aprende a aprender,e pode ter uma garantia de reconhecimento na sociedade futuramente; os outros ficarão esperando que a oportunidade que eles mesmos não souberam criar. Ainda hoje é comum que algumas universidades considerem que pesquisa é atividade de gente especial, enquanto deveria ser a atividade maus comum de todos. O programa de bolsas para alunos pesquisarem, escancara esta contradição: é preciso pagar para o aluno pesquisar, porque o normal é assistir aulas.
O mercado reconhece a necessidade de todo trabalhador continuar estudando, certamente não com base na cidadania, mas na competitividade.
Para professores este mandato se tornará fatal, porque no fundo exercem a função de aprender. No fim o aluno só aprende bem, se tiver professor que também aprende bém.
Cabe a nós profissionais ter a consciência que o conteúdo envelhece, que nós temos que saber inovar e renovar a profissão.
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