sábado, 17 de maio de 2008
Nós alunos do curso de Turismo, aprendemos bem a teoria dentro de sala de aula e somos a todo momento instigados a ir além, fazendo leituras e pesquisas mais profundas sobre o conteúdo que nos é dado, nos preparando para elaboração consciente e sábia de projetos, mas a prática torna-se necessária, porque nos coloca defronte a realidade da teoria, onde a própria passa do conhecimento para o exercício e ação dela mesma.
Hoje com a ajuda da própria intenet somos capazes de obter uma quantidade enorme de informações. É essencial ao passarmos uma informação adiante estarmos atualizados quanto ao seu conteudo e sua veracidade, além é claro, de termos domínio sobre aquele conhecimento. Ao entendermos do que se trata, somos capazes a partir daí reconstruir, com nossas próprias palavras e visão do que entendemos sobre ela, nossa própria informação, e passa-la adiante de forma que o outro entenda do que se trata, sem que perca seu sentido e conteudo.
O aluno na condição de estudante deve se apoiar na pesquisa com intuito de sobresair-se, seja no mundo acadêmico, profissional ou mesmo pessoal, de forma a sentir-se capacitado para fazer análises a partir de seu próprio ponto de vista, enquanto elaborador próprio daquelas idéias. Para isso é necessario dedicação à pesquisa, aos esudos. É quando destrinchamos algo que nos propomos a pesquisar, que somos capazes de enxergar seu verdadeiro sentido.
Torna-se essencial seu questionamento para sua reconstrução, tornando a aprendizagem verdadeira (o andar com as proprias pernas), e não mera cópia do que já foi colocado.
5- QUESTÕES DE BASE EMPÍRICA
Ao nos depararmos com o texto onde existe muitos conceitos técnicos, precisamos primeiro entender do que se trata, antes de fazermos qualquer análise e para isso a pesquisa, de novo, torna-se fundamental, onde nos apronfundamos no tema para além daquela leitura apenas superficial, porque sem conhecê-lo não podemos dar o primeiro passo que é o questionamento do seu conteudo.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Argumentar e contra-argumentar
Trabalho Científico
No mundo do conhecimento, a teleducação comparecerá provavelmente em todos os espaços educacionais, para melhor e para pior. O uso de didática tecnológica em uma sala de aula, sevem somente para acrescentar informações e não para virar conhecimento. Seve para acrescentar um dado, que vai ser armazenado sem uma interpretação e mais tarde será esquecido e envelhecido. Assim sendo esses efeitos, enfeitam as aulas, mas não conseguem alcançar o aprendizado. Fazendo assim mais do que preciso uma humanização, através da ocupação do homem, no mundo cibernético.
APRENDER
Apesar de todos os progressos teóricos e metodológicos no campo da aprendizagem, somos presos ainda em um padrão de ensino muito ultrapassado, onde cabe ao professor ensinar e o aluno aprender. Existe sim uma diferença social entre eles, mas nunca devemos esquecer que o "professor e aluno" estão no mesmo "barco", mais só que o professor já tem um certo tempo de casa e um reconhecimento maior do que do aluno que acaba de chegar e esta começando a caminhada em busca de credenciamento.
Nem sempre a melhor maneira de se aprender é escutar aula, mas pesquisar e elaborar com mão própria, sob orientação do professor. No caso de alunos que estudam de noite, que chegam já chegam cansados, eles aproveitam muito melhor seu tempo se não permanecerem receptivos. a maior parte do seu tempo teria de ser utilizada para atividades reconstrutivas, sob a orientação do seu professor, atividades que autônoma.
É interessante notar que as tentativas mais comuns de "inovar" a didática em sala de aula é não mexer no formato instrucional. Alguns professores acham que ler é a forma mais produtiva de aprender, outros acham que o uso de material eletrônico é a maneira mais eficaz de ensinamento, outros acham que a atividade em grupo é a forma mais fácil de aprendizado achando que algum poder mágico como o "coletivo" exerce algum tipo de influência no aprendizado.
Estudar significa dedicar-se a atividade sistemática de estilo reconstrutivo, com base em idéias próprias. Não é absorver conhecimento dos outros muito menos "colar". Estudar para prova é o que há de menos importante para a aula. Ao mesmo tempo estudar implica outra forma de "ler"
trata-se de "contra-ler", no sentido de você saber questionar as idéias centrais do texto, interpretar com suas próprias idéias, más sem deixar de compreender o contexto e suas bases teóricas.
Em uma leitura é possível observar a teoria do aprendizado baseadas em padrões. Não guardamos no fim de uma leitura, todo o conteúdo de um livro na cabeça, podemos fazer esse teste com nós mesmos, tente escrever algo sobre algum livro depois de ler, muitas vezes não somos capazes de dizer nada de pertinente é que não "lemos" de verdade. Será necessário reler com outros olhos: tomando nota, riscando, reclamando, aplaudindo, reconstruindo. Com isso podemos tirar uma idéia que não adianta o professor ler pelo o aluno, porque o professor já reduziu o nível do autor. Se o aluno ficar com a redução do professor, terá pra si acesso duas vezes reduzido. É importante o aluno passar por dentro do autor, desconstruindo sua argumentação e logo reconstruindo com suas palavras. Quem não sabe estudar, não sabe ler e terá que recorrer à decoreba e à cola.
O trabalho em grupo é fundamental, pedagógicamente falando, mas, para ser efetivo, precisa ser acompanhado dos passos imprescindíveis para a devida aprendizagem.
Ainda temos uma idéia que nós aprendemos mais se tivermos mais aulas.
Entendemos que pesquisa é uma tarefa elitísta reservada a peritos mais avançados e que tendem a dedicar-se a ela com exclusividade. No entanto quando aparece o surgimento de programas de bolsas para estudantes que pesquisam, comparece contradição notável. Na prática já sabemos que o aluno que aprende a pesquisar, aprende a aprender,e pode ter uma garantia de reconhecimento na sociedade futuramente; os outros ficarão esperando que a oportunidade que eles mesmos não souberam criar. Ainda hoje é comum que algumas universidades considerem que pesquisa é atividade de gente especial, enquanto deveria ser a atividade maus comum de todos. O programa de bolsas para alunos pesquisarem, escancara esta contradição: é preciso pagar para o aluno pesquisar, porque o normal é assistir aulas.
O mercado reconhece a necessidade de todo trabalhador continuar estudando, certamente não com base na cidadania, mas na competitividade.
Para professores este mandato se tornará fatal, porque no fundo exercem a função de aprender. No fim o aluno só aprende bem, se tiver professor que também aprende bém.
Cabe a nós profissionais ter a consciência que o conteúdo envelhece, que nós temos que saber inovar e renovar a profissão.
Apesar de todos os progressos teóricos e metodológicos no campo da aprendizagem, somos presos ainda em um padrão de ensino muito ultrapassado, onde cabe ao professor ensinar e o aluno aprender. Existe sim uma diferença social entre eles, mas nunca devemos esquecer que o "professor e aluno" estão no mesmo "barco", mais só que o professor já tem um certo tempo de casa e um reconhecimento maior do que do aluno que acaba de chegar e esta começando a caminhada em busca de credenciamento.
Nem sempre a melhor maneira de se aprender é escutar aula, mas pesquisar e elaborar com mão própria, sob orientação do professor. No caso de alunos que estudam de noite, que chegam já chegam cansados, eles aproveitam muito melhor seu tempo se não permanecerem receptivos. a maior parte do seu tempo teria de ser utilizada para atividades reconstrutivas, sob a orientação do seu professor, atividades que autônoma.
É interessante notar que as tentativas mais comuns de "inovar" a didática em sala de aula é não mexer no formato instrucional. Alguns professores acham que ler é a forma mais produtiva de aprender, outros acham que o uso de material eletrônico é a maneira mais eficaz de ensinamento, outros acham que a atividade em grupo é a forma mais fácil de aprendizado achando que algum poder mágico como o "coletivo" exerce algum tipo de influência no aprendizado.
Estudar significa dedicar-se a atividade sistemática de estilo reconstrutivo, com base em idéias próprias. Não é absorver conhecimento dos outros muito menos "colar". Estudar para prova é o que há de menos importante para a aula. Ao mesmo tempo estudar implica outra forma de "ler"
trata-se de "contra-ler", no sentido de você saber questionar as idéias centrais do texto, interpretar com suas próprias idéias, más sem deixar de compreender o contexto e suas bases teóricas.
Em uma leitura é possível observar a teoria do aprendizado baseadas em padrões. Não guardamos no fim de uma leitura, todo o conteúdo de um livro na cabeça, podemos fazer esse teste com nós mesmos, tente escrever algo sobre algum livro depois de ler, muitas vezes não somos capazes de dizer nada de pertinente é que não "lemos" de verdade. Será necessário reler com outros olhos: tomando nota, riscando, reclamando, aplaudindo, reconstruindo. Com isso podemos tirar uma idéia que não adianta o professor ler pelo o aluno, porque o professor já reduziu o nível do autor. Se o aluno ficar com a redução do professor, terá pra si acesso duas vezes reduzido. É importante o aluno passar por dentro do autor, desconstruindo sua argumentação e logo reconstruindo com suas palavras. Quem não sabe estudar, não sabe ler e terá que recorrer à decoreba e à cola.
O trabalho em grupo é fundamental, pedagógicamente falando, mas, para ser efetivo, precisa ser acompanhado dos passos imprescindíveis para a devida aprendizagem.
Ainda temos uma idéia que nós aprendemos mais se tivermos mais aulas.
Entendemos que pesquisa é uma tarefa elitísta reservada a peritos mais avançados e que tendem a dedicar-se a ela com exclusividade. No entanto quando aparece o surgimento de programas de bolsas para estudantes que pesquisam, comparece contradição notável. Na prática já sabemos que o aluno que aprende a pesquisar, aprende a aprender,e pode ter uma garantia de reconhecimento na sociedade futuramente; os outros ficarão esperando que a oportunidade que eles mesmos não souberam criar. Ainda hoje é comum que algumas universidades considerem que pesquisa é atividade de gente especial, enquanto deveria ser a atividade maus comum de todos. O programa de bolsas para alunos pesquisarem, escancara esta contradição: é preciso pagar para o aluno pesquisar, porque o normal é assistir aulas.
O mercado reconhece a necessidade de todo trabalhador continuar estudando, certamente não com base na cidadania, mas na competitividade.
Para professores este mandato se tornará fatal, porque no fundo exercem a função de aprender. No fim o aluno só aprende bem, se tiver professor que também aprende bém.
Cabe a nós profissionais ter a consciência que o conteúdo envelhece, que nós temos que saber inovar e renovar a profissão.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
O pensar traz uma idéia clara de compreensão do que se diz e se faz. E a essa compreensão vem embutida a questão de lógica, que é a capacidade de dedução, que por sua vez é a habilidade de se entender afirmações ou negações de proposições bases (premissas) que trazem consigo a obrigação de se obter conclusões. Essa lógica nem sempre vem explícita nas idéias, ao contrário, pode vir “camuflada”. Para entendermos o real significado das palavras e compreender a verdadeiro sentido delas, precisamos interpretar também o que não se diz (o silêncio, a entonação, os gestos e movimentos). A lógica então se faz necessariamente impositiva, mas nem sempre o que é lógico para uma pessoa é para outra.
2. Lógico e jeito
“Pensar não é apenas ter idéias, mas tê-las com jeito”. As pessoas têm modos diferentes de pensar e agir. Duas pessoas absorvem a mesma idéia, mas nunca a interpretaram da mesma forma. O ser humano é dotado de razão, mas mais ainda de emoção. E enquanto a razão nos permite traduzir e analisar, a emoção nos permite participar da vida de forma criativa, fazendo dela um princípio dinâmico, tendo como característica a mudança que acontece através do tempo. A dialética nos permite essa visão sob vários aspectos, não mantendo relação com a linearidade que propõe a lógica.
3. Arte de argumentar
Através do reducionismo positivista a ciência tende a reduzir a realidade àquilo que pode ser constatado através do método de demonstração. Através da interpretação da realidade é possível reconstruí-la tomando como base certa expectativa dela. Assim, todas as afirmações inclusive científicas são discutíveis e isso abre espaço a argumentação, que através de discurso, consciente de seus limites, procura convencer através da fundamentação aberta, submetendo a teoria inclusive ao questionamento de outras pessoas.
4. Saber aprender
Quando a pessoa aprende, ela deixa de fazer parte da massa controlável, emancipando-se e passando a intervir junto à sociedade, tornando-se autônomo e fazendo sua própria história, criando oportunidades para si.
O aprender repudia a idéia de reprodução de idéias e busca a proposta própria e única de cada ser humano. Através do aprendizado externo pode-se absorver a idéia, filtra-la, transformando-a em conhecimento e assim recria-la ao invés de apenas produzi-la.
A crítica torna-se necessária para aprender com autonomia, mas a aprendizagem deve estar associada à convivência comum adquirindo habilidade para saber que para alcançar a liberdade precisamos aprender a conviver em sociedade, sabendo o que pode ser cedido ou não.
5. Saber cuidar
Nossa sociedade atual precisa tornar consciência de que além de precisarmos saber compreender, interpretar e intervir na realidade, precisamos aprender a conviver com ela, como parâmetro de sobrevivência reconhecendo a capacidade de “saber cuidar” como algo maior.
Cuidar para que nós próprios não destruamos nossa sociedade e natureza. É essencial que nos enxerguemos como parte fundamental da realidade podendo transformá-la tanto para melhor quanto para pior.
6. Saber inovar
Devido as constantes inovações científicas e tecnológicas, assistimos ao ritmo acelerado do desenvolvimento na sociedade atual, onde inovamos por inovar, com intuito de atender a mercados cada vez mais competitivos, acabamos gerando conhecimento sem sabedoria. A humanidade não consegue acompanhar tais mudanças, porque requer mais tempo para se transformar, gerando um abismo entre desenvolvimento técnico-científico e desenvolvimento humano. A tecnológica é sim relevante para nosso desenvolvimento, mas não deve se interpor entre nós, nem se tornar mais importante do que seres humanos.
7. Saber acreditar
Apesar da idéia contraditória ao que a ciência evidencia através da dúvida e o questionamento, “saber acreditar” nos mostra que a crença em Deus, às vezes, pode se mostrar através da razão, mas em sua maioria predomina a emoção, através da fé, onde de busca o conforto espiritual. Saber questionar precisa implicar certo limite para tal questionamento. A religiosidade através do saber acreditar se torna essencial para o convívio em sociedade, trazendo a confiança e a solidariedade entre as pessoas.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
O pensar nos faz ter uma opinião sobre as nossas idéias, nos ajuda a escolher melhor as nossas atitudes e faz das nossas escolhas mais oportunas.
02 . Lógica e jeito: Nós, humanos somos movidos por sentimentos, a cada atitude a uma emoção, com tudo ainda sim a pessoas que são movidas somente pela à lógica se igualando como maquinas. Temos que ter sentimentos mais sem deixar à lógica.
03 . Arte de Argumentar: A argumentação é uma arte, pois, exige um trabalho de raciocínio cuidadoso para poder mostrar a sua opinião e convence-las. É preciso estimular o raciocínio porque todo argumento traz consigo um contra-argumento.
04 . Saber aprender: Primeiramente o "saber aprender" traz para o aprendiz a capacidade de mudar o seu destino, traz a autoridade do sujeito escrever a sua "história". O aprender é um ato de reconstrução. Para os aprendizes, eles não devem somente ter a disciplina de seguir ordem e à hierarquia, os aprendizes tem que ser pessoas capacitadas para desenvolver e criar oportunidades.
05 . Saber cuidar: O saber cuidar é à parte de maior importância para o saber pensar. O cuidado faz com que nós seres humanos criem um sentimento de zelo pelos os nossos bens, pensamentos e pessoas, e a lógica também se faz presente nesses sentimento.
06 . Saber inovar: Na sociedade pós-moderna, onde nós vivemos hoje, a inovação é inteiramente importante no mercado de trabalho. Com um mercado muito complexo e competitivo, à inovação é uma forma de se diferenciar, se tornar exclusivo e inusitado para o mercado.
07 . Saber acreditar: Sem duvidas acreditar nem sempre são formada por pensamentos de raciocínio lógicos. Muitas pessoas hoje acreditam em dogmas, essas é uma forma de acreditar mais há várias formas de se acreditar, também tem a crenças em lógicas como de exemplo: físicos, químicos etc...
(Renato Mariano Santiago)
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Primeira Parte
Componentes do saber pensar
WELLINGTON JARDIM
Pensar
Compreender é uma questão de lógica, que se entende pela capacidade de quem expõem a idéia em “amarrar”, relacionar um fato ao outro; pode-se perceber isto, quando em conversas percebemos que o interlocutor não compreende o que lhe dizemos. Quem pensa, manifesta o conhecimento, que consiste na busca da verdade, assim faz-se necessário o estabelecimento para se atingir essa meta. A lógica é um ramo da filosofia, podendo dizer que a lógica está nos argumentos, nas conclusões que se chega, a partir das apresentações das evidencias.
Lógica e Jeito
O ser-humano não é um ser apenas lógico e nem atua nesse registro durante maior parte do tempo; mas, é, sobretudo emotivo, e é essa característica, esse traço constitutivo do Homem que faz com que as experiências por ele vividas, não consistam em apenas, em mera reprodução do fato. Apesar dessa característica, a reprodutibilidade, ser apreciada pela ciência, uma vez, que ela traz a essa, resultados palpáveis, possíveis de uma verificação empírica. Nós, seres-humanos, captamos a realidade e refletimos sobre ela; a reconstruímos. O reconhecimento disso abre uma outra possibilidade: falar em uma lógica difusa.
Arte de argumentar
Não há coincidência, pura e simples entre pensamento e pensado; se assim fosse, não se faria necessário a argumentação; essa somente faz sentido, sabendo que a ciência reduz a realidade, à aquilo que consegue mensurar, quantificar e formalizar. As teorias não correspondem a realidade, mas, são sempre reconstruções a partir de expectativas que se tenha dela. As afirmações necessitam serem fundamentadas, sendo assim a argumentação torna-se a arte de construir um discurso que tenha como objetivo, uma vez que essa é consciente de seus limites, o convencimento pela fundamentação.
Saber Aprender
O que já tinha ficado claro, nos capítulos anteriores, isto é, a capacidade do ser humano em reprocessar, reconstruir a realidade é demonstrando neste capítulo sobre a forma do aprender. A habilidade de adquirir conhecimento, faz com que o Homem deixe ser “ massa de manobra” e se transforme em um ser participativo, político que não apenas faz a realidade, mas é capaz de faz-se oportunidade. O homem possui a capacidade de se auto-organizar e construir uma realidade própria.
Saber Cuidar
Saber cuidar não se trata, única e exclusivamente na capacidade de compreender e interferir na realidade, mas, antes e, sobretudo, na habilidade de se saber conviver com ela. Desde do começo da colonização ocidental, a história do conhecimento trata-se na imposição dos colonizadores de sua cultura e do roubo das tecnologias e da exploração ecológica dos colonizados. A ciência que foi a vanguarda do colonialismo é hoje a base central de uma globalização discriminatória, que não produz o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos, mas, apenas o moderniza industrialmente. Diante desse cenário, se faz necessário, o redirecionamento das oportunidades, hoje tendo como centro o capitalismo, para um padrão comum, não orientado para a sobrevivência, mas para a razão humana.
Saber Inovar
As informações ao cada vez mais diversas e múltiplas, se exigem cada vez mais das pessoas a absorverão e o processamento dessas informações. O que se perde de vista neste caso é a aprendizagem cada vez mais superficial e menos atenta a complexidade dos fatos nelas envolvidos. Apreender envolve tempo e dedicação. Apreender não está afeito a uma lógica economicista de maximização da eficiência. O problema embora, teóricos como Stoll, seja um crítico da educação à distancia, por considerar essa forma de ensino, como capaz de transmitir informação e não conhecimento; os novos tempos, nos faz olhar para essa forma de ensino de uma maneira menos extremada. Uma das vantagens neste tipo de ensino está na possibilidade de se exigir menos, uma mudança na vida deste aluno e dessa forma, reconhecendo o direito de aprender como fundamental. O desafio que essas novas tecnologias nos impõem é como inovar.
Saber Acreditar
Diante do racionalismo moderno, acreditar soa contraditório, diante de uma ciência que através do questionamento, regra de ouro da ciência nos prova ou rejeita o que antes era apenas crença. Shermer realizou uma pesquisa em que quarenta por cento dos cientistas afirmavam crer em Deus enquanto noventa por cento da sociedade americana afirmou o mesmo. Os motivos apontados para a crença são o argumento da engenharia perfeita enquanto que esses mesmos entrevistados questionados porque as pessoas acreditavam era apontado o conforto espiritual. Homens tendem a dar explicações mais racionais, enquanto as mulheres mais emocionares. O ser humano é um animal que cata padrões como estratégia de controle de fenômenos dinâmicos,indo atrás de regularidades do acontecer, de ocorrências que sempre voltam e desta forma descobrindo padrões que existem e que não existem ; enfim, fazendo parte de um pensamento mágico.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Questões - Pedro Demo
Por desenvolvimento, entendem-se processos de mudança que não se sustentam apenas na dinâmica do mercado, mas implicam também a cidadania popular.
Qual a importância da educação no mundo globalizado?
Para enfrentar ritmos acelereados, precipitados de mudança, educação de qualidade parece ser o procedimento mais adequado. Além disso, a importância da qualidade da educação comparece no desafio da autonomia, que, sendo sempre apenas relativa, pode ser alargada, cultivada e burilada.
O pesquisador sugere que os formuladores de tais políticas se preocupam apenas com os ganhos quantitativos na educação, ignorando a desigualdade quanto a capacidade de aprendizado de cada aluno e a competência das formas de ensino dos professores e escolas. Critica o IDEB ( Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico ) que não se vincula à dimensão qualitativa e competente de ensino, deixando faltar o reconhecimento ao direito que cada aluno possui, o de um aprendizado que lhe traga verdadeiro conhecimento e prepara.
Explique a expressão " ... quem mais precisa de recuperação é o professor de recuperação. "
É inútil um programa de recuperação para estudantes originários de sistemas de má aprendizagem. A escola estando deficiente quanto aos seus meios de ensino, ainda que contrate " professores de recuperação ", não saberá fazer com que o aluno aprenda de verdade. É fundamental que haja uma mudança qualitativa na forma de ensinar, a começar pela formação e preparo dos professores.
O que sugere o autor com a expressão " aprender a aprender ." ?
O autor sugere que ao exercer a profissão, o profissional precisa sempre renová-la, com objetivo de fazer com que teoria e prática sejam mantedoras vitais uma da outra; para isso deve-se buscar um constante aprendizado, essência do saber aprender.
texto:Educação para vida- Pedro Demo
* uma grande reformulação das políticas educacionais;
* vencer o preconceito;
* valorização e mais oportunidades, para as classes menos favorecidas.
domingo, 6 de abril de 2008
Questões do texto" Educação para a vida e para o mercado" de Pedro Demo.
Para economistas da educação como Ioschpe qual a relação entre vida e mercado?
A vida é um instrumento do mercado, o mercado regula a vida e a usa como parte de um sistema maior - o próprio mercado.
Existe uma relação diretamente proporcional ente renda e desigualdades na proficiência escolar?
Sim. Um exemplo disso é a região sudeste que é a que detém uma das maiores rendas e também a maior desigualdade na proficiência escolar.
De acordo com o texto, o que faz do sistema vigente de alfabetização um sistema ineficiente?
A proposta de alfabetizar a criança em três anos torna o aluno ocioso e lento, já que de acordo com E. Grossi, é possível alfabetizar um aluno em apenas três meses.
Explique: “Anos de estudo = Anos sem estudo.”.
O trocadilho é usado para representar o quão ineficiente é a “progressão automática” inserida no sistema educacional e a precariedade da proficiência escolar.
Qual é a crítica que Demo faz quanto à proposta da “progressão automática” do governo?
Diz que serve apenas como recurso estatístico para enfeitar o governo, inventar agendas positivas, incluir o Brasil entre os desenvolvidos e supor avanços irreais na escola.
Demo critica Ioschpe quanto à realidade, por quê?
Ioschpe aborda a realidade calcada em teorias econômicas liberais e reduz a realidade educacional e social a esta limitada linha de pensamento.
Como Ioschpe problematiza a educação?
Ele a vê com olhos de economista, focando em dados quantitativos e se baseando ingenuamente em teorias econômicas que visam somente o desenvolvimento econômico da nação.
Demo critica a forma como Ioschpe ataca os “achismos” utilizando-se de “dados inconsistentes”. Explique o por que.
O autor acredita ser ingenuidade utilizar dados com o propósito de conferir à pesquisa maior precisão e autoridade sendo que quem os utiliza não sabe ao menos como são construídos a naçisam somente o desenvolvimento economico ntitativos e se baseando ingenuamente o. e analisados, apenas os manipula.
Qual a crítica do autor à visão de governo por Ioschpe?
Ioschpe utilizando-se de um conceito estritamente liberal limita-se à definição liberal do que é governo reduzindo sua dimensão ao seu caráter institucional e descartando debates mais amplo a respeito.
Qual a critica do autor à visão da educação de Ioschpe?
Ioschpe insiste em reduzir a educação como ferramenta de crescimento, apenas um “investimento”.
Demo critica a idéia de melhoria salarial (10%) a cada ano escolar finalizado. Por quê?
Ioschpe ao usar a equação de Mincer apela a um pensamento linear quase impossível de se relacionar a complexa evolução humana causada pelo maior acesso à educação.
Qual a diferença entre distribuição de renda e redistribuição?
Distribuição: programas sociais assistencialismo.
Redistribuição: Impedir ou frear a concentração de renda pelos mais ricos.
Explique, de acordo com o texto, “mudaram a mudança” (Plant).
A mudança em tempos atuais acontece sem controle e de forma imprevisível, o que exige da educação uma grande qualidade e versatilidade.
Por que educação de qualidade e o saber pensar são indispensáveis em tempos de “mudança”?
Só assim o indivíduo terá autonomia necessária para adaptar-se às novas mudanças. Só assim saberá lidar com os desafios, mudanças imprevisíveis, situações complexas e conseguir lidar com essas circunstâncias que são típicas do mundo contemporâneo.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Nesse caso temos uma oração restritiva: não se separa por vírgula o termo que restringe ("que rola") do termo que sofre a restrição ("pedra"). O sujeito do verbo criar é "pedra que rola", e também não se separam.
"Vírgulas que mudam tudo"
"Os motoristas, irresponsáveis, usam o celular enquanto dirigem."
- A idéia passada é a de que todos os motoristas são irresponsáveis e usam o celular enquanto dirigem.
"Os motoristas irresponsáveis usam o celular enquanto dirigem."
- Nesse caso, somente os motoristas irresponsáveis usam o celular enquanto dirigem.
O sentido da frase muda dependendo da presença ou ausência da vírgula.
A opção pelo uso das vírgulas pode se dar também pela necessidade do autor em enfatizar uma expressão adverbial, isolando-a:
"Há cinco anos, o PT condenava a infidelidade partidária; hoje, expulsa de seu quadro quem vota de acordo com o programa do partido."
- A carga enfática dada as expressões de valor adverbial, como "há cinco anos" e "hoje" (circunstâncias de tempo) é maior quando há presença de vírgulas.
Quando se quer enfatizar uma expressão adverbial, coloca-se duas vírgulas, intercalando-as ou nenhuma:
"As dificuldades, hoje, são outras."
"As dificuldades hoje são outras."
"Sem vírgula é mais caro"
"Com XX é fácil fotografar. E pagar mais ainda."
- A frase acima tem sentido ambígüo, pode-se entender também que com a máquina XX é fácil fotografar. E pagar mas ainda também é fácil. Com o uso da vírgula, dá-se o sentido que se pretende para a frase, sem correr o risco de outra interpretação:
"Com XX é fácil fotografar. E pagar, mais ainda."
- A vírgula marca a elipse do verbo e o que se subentende é a forma verbal "é": "E pagar é mais fácil ainda."
- No lugar do verbo, a vírgula. Essa vírgula que substitui o verbo implícito é obrigatória, já que ela evita a indesejável ambigüidade.
"Só, ela resolve tudo" e "Só ela resolve tudo"
A palavra "só", acompanhada de vírgula, significa "sozinha". E "só", sem a presença de vírgula, é sinônimo de "apenas, somente."
"Pedro, nosso primo comprou uma casa".
- "Pedro" é a pessoa a quem se dirige a palavra. Sintaticamente, "Pedro" é vocativo (sempre é separado por vírgula).
"Pedro, nosso primo, comprou uma casa".
- Não existe mais vocativo. "Pedro" e "nosso primo" são a mesma pessoa. Nesse caso, "nosso primo" funciona como aposto (termo que amplia, explica, desenvolve ou resumo o conteúdo de outro termo).
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Tenho em mim todos os sonhos do mundo
A Tabacaria por Álvaro de Campos
A descrença na vida pode ser observada quando ele diz: “Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade. / Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer, /E não tivesse mais irmandade com as coisas / Senão uma despedida...” É possível encontrar também uma grande descrença com a sociedade: “E quando havia gente era igual à outra.”
O personagem cultiva uma grande descrença interior, vive angustiado com si mesmo, se sentindo incapaz(“Crer em mim? Não, nem em nada.”) em “Não sou nada./ Nunca serei nada./Não posso querer ser nada./À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo”o poeta mostra toda sua solidão existencial e seu sentimento de vazio além de um grande desapego a tudo.
Além disso, é possível observar que no poema há um contraste entre o mundo exterior e o mundo do poeta. O poema dá a idéia de que o poeta está preso na janela de sua casa e que não se sente confortável em interagir com a realidade concreta. Ele observa os fenômenos de forma quase onisciente. O poema traz a sensação de que o autor está observando e analisando os acontecimentos e não interagindo com ele.
A cena em que ele vê o seu amigo exemplifica esse certo “repúdio” que o poeta sente da realidade. Ele também questiona a sua postura perante a vida e as suas realizações, como se o poema fosse um balanço de sua vida e como se o poeta estivesse perto da morte e no fim de sua existência ele questionasse todas as suas realizações.
Érico de Oliveira e SilvaNem sempre o que se fala (linguagem informal) pode ser escrito (linguagem formal), uma vez que entonação, pausas, melodia e silêncios na fala são representados pelos sinais visuais, ou seja, pela pontuação, que serve para estruturar as frases e dar-lhes sentido.
2° CAPÍTULO: " Vírgula, para que te quero?"
Muitas vezes a vírgula indica uma pausa e, por isso supõe-se (erroneamente) que toda pausa corresponde a uma vírgula na linguagem escrita. Outro aspecto importante, quanto ao uso ou não da vírgula diz respeito ao verbo e sujeito que, poucas vezes, se separam por vírgula. Quando o sujeito se separa do verbo devido à existência da vírgula, o sujeito se transforma em vocativo.
3° CAPÍTULO: " Vírgula, para que te quero? (2)"
O terceiro capítulo retoma o que foi dito no segundo: não existe motivo para separar termos que têm relação sintática direta e que estão lado a lado, como sujeito e verbo (ou verbo e sujeito), verbo e seus complementos etc. Além disso, seu emprego depende de fatores ligados à sintaxe e, muitas vezes, ao estilo.
4° CAPÍTULO: " Quem viver verá"
O quarto capítulo pode ser resumido pelo seguinte exemplo: "Maria sai de casa" não se usa vírgula porque "Maria" é sujeito e "sai de casa" é predicado. Se colocar vírgula mudaria o sentido da frase e "Maria" seria vocativo.
Dissertação do poema "Tabacaria" Wellington
O poema tabacaria de Fernando Pessoa tem como tema principal o vazio do poeta em relação sua vida. O poeta parece estar inquieto com as questões externas e vive questionando a sua vida cotidiana. “Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa, Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres, Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens, Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.” Nessa estrofe, o poeta contrasta a emergência do real, a sua incapacidade de apreendê-lo e que a presença da morte acaba por tornar esse real ainda mais difícil de entender.
O poeta trata da sua angústia em relação ao cotidiano e a sua vontade de se libertar. Ele aparenta não estar contente com as suas realizações, não se considera uma pessoa interessante e isso lhe traz uma angústia muito grande. “Não sou nada. / Nunca serei nada. / Não posso querer ser nada” esse verso demonstra a angústia e o vazio que o poeta sente de si mesmo”.
Mas, ao mesmo tempo, o poeta parece falar de sonhos que ele teve e que não foram completamente realizados. Ele tenta se distanciar dos homens, visto que no poema ele parece observar tudo da janela do seu quarto e distante de todo mundo. Ele parece querer viver sozinho sem a influencia de todos que o cercam. Como se quisesse viver para sempre sozinho e fugir de todas as regras que o cotidiano nos impõe. Tentar não se contaminar pela sociedade e viver num estado de pureza. Parece que ele entende o ser humano como um ser superficial que só cria regras para se sufocar e impedir a sua própria felicidade.
O poema parece se resumir nas aflições do poeta e no seu receio perante a vida. Ele chega a questionar até a sua forma de vida como se o fato de tiver sido um intelectual não tivesse resolvido o seu problema. Como se ele estivesse, como todos os homens, sufocado a sua forma de viver e estivesse preso nas regras sociais, sem viver de verdade.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
A vígula antes da conjunção "e"
O emprego da vírgula juntamente com a conjunção aditiva “e" nao é possível, pois ambos os elementos estarão funcionando como conetivos. mas existem casos em que é possível a presença da vírgula juntamente com o “e” e em outros ela não só é possível como necessária.
A vírgula indica que a palavra ou expressão que a segue, depois do "e", é sujeito de outra oração, distinto da oração anterior – Exemplo: “Geralmente, já foram fixados os preços, e as tabelas não podem ser alteradas”. Repare que “os preços” e “as tabelas” são sujeitos de predicados diferentes (foram fixados e não podem ser alteradas). Sem a vírgula, na leitura rápida, pode parecer que se trata de sujeito composto (já foram fixados os preços e as tabelas). Outro exemplo: “Os executivos usam carros da empresa, e microônibus levam os demais empregados ao trabalho”. Neste caso, a ausência da vírgula propiciaria leitura tal que faria com que “microônibus”, sujeito de “levam”, fosse entendido como complemento de “usam”, juntamente com “carros da empresa”. Vírgula obrigatória.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Viver é saber pensar
Não podemos nos esquecer de que ela é parte essencial da estrutura da oração,e portanto,tem que ser usada no lugar certo.
Outra coisa muito importante é que, a vírgula não pode separar o sujeito do verbo quando juntos, sem outros termos intercalados.
