quinta-feira, 3 de abril de 2008

1° CAPÍTULO: " As frases e a pontuação"

Nem sempre o que se fala (linguagem informal) pode ser escrito (linguagem formal), uma vez que entonação, pausas, melodia e silêncios na fala são representados pelos sinais visuais, ou seja, pela pontuação, que serve para estruturar as frases e dar-lhes sentido.

2° CAPÍTULO: " Vírgula, para que te quero?"

Muitas vezes a vírgula indica uma pausa e, por isso supõe-se (erroneamente) que toda pausa corresponde a uma vírgula na linguagem escrita. Outro aspecto importante, quanto ao uso ou não da vírgula diz respeito ao verbo e sujeito que, poucas vezes, se separam por vírgula. Quando o sujeito se separa do verbo devido à existência da vírgula, o sujeito se transforma em vocativo.

3° CAPÍTULO: " Vírgula, para que te quero? (2)"

O terceiro capítulo retoma o que foi dito no segundo: não existe motivo para separar termos que têm relação sintática direta e que estão lado a lado, como sujeito e verbo (ou verbo e sujeito), verbo e seus complementos etc. Além disso, seu emprego depende de fatores ligados à sintaxe e, muitas vezes, ao estilo.

4° CAPÍTULO: " Quem viver verá"

O quarto capítulo pode ser resumido pelo seguinte exemplo: "Maria sai de casa" não se usa vírgula porque "Maria" é sujeito e "sai de casa" é predicado. Se colocar vírgula mudaria o sentido da frase e "Maria" seria vocativo.

Nenhum comentário: